Responsável por 30% de todos os tipos de câncer, o câncer de pele
vem crescendo a cada ano em nosso país.

Doença responde por 1/3 dos casos de câncer no Brasil.

Você sabia que o câncer de pele não melanoma é o mais comum e responde por 30% de todos os tipos de câncer no Brasil?

Segundo dados do INCA a cada ano são registrados, em média, 177 mil novos casos (sendo 83.770 homens e 93.160 mulheres), um número preocupante visto que o problema vem crescendo apesar das inúmeras campanhas de prevenção, mas antes de saber um pouco mais sobre este assunto, vamos entender primeiro o que é o câncer de pele.

O que é o câncer de pele e por que ele é tão comum no Brasil?

A doença é provocada pelo crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. Essas células se dispõem formando camadas e, de acordo com as que forem afetadas, são definidos os diferentes tipos de câncer.

Os mais comuns são os carcinomas basocelulares e os espinocelulares, responsáveis por 177 mil novos casos da doença por ano. Mais raro e letal que os carcinomas, o melanoma é o tipo mais agressivo de câncer da pele e registra 8,4 mil casos anualmente.

Conheça os tipos de câncer de pele:

Carcinoma espinocelular (CEC): segundo mais prevalente dentre todos os tipos de câncer. Manifesta-se nas células escamosas, que constituem a maior parte das camadas superiores da pele. Pode se desenvolver em todas as partes do corpo, embora seja mais comum nas áreas expostas ao sol, como orelhas, rosto, couro cabeludo, pescoço etc. A pele nessas regiões, normalmente, apresenta sinais de dano solar, como enrugamento, mudanças na pigmentação e perda de elasticidade. O CEC é duas vezes mais frequente em homens do que em mulheres. Assim como outros tipos de câncer da pele, a exposição excessiva ao sol é a principal causa do CEC, mas não a única.

Melanoma: tipo menos frequente dentre todos os cânceres da pele, o melanoma tem o pior prognóstico e o mais alto índice de mortalidade. Embora o diagnóstico de melanoma normalmente traga medo e apreensão aos pacientes, as chances de cura são de mais de 90%, quando há detecção precoce da doença. O melanoma, em geral, tem a aparência de uma pinta ou de um sinal na pele, em tons acastanhados ou enegrecidos. Porém, a “pinta” ou o “sinal”, em geral, mudam de cor, de formato ou de tamanho, e podem causar sangramento.

Se você chegou até aqui é porque está gostando do conteúdo. Continue lendo porque tem mais informações importantes a respeito do câncer de pele que você vai gostar de saber .

Quais são os fatores de risco do câncer de pele?

Existem diversas causas para que desencadeiam o câncer de pele, mas há maior incidência em pessoas de pele clara e que se queimam com facilidade quando se expõem ao sol. O melanoma tem origem nos melanócitos, as células que produzem melanina, o pigmento que dá cor à pele.

Outro fator importante é a hereditariedade. No caso do melanoma, a hereditariedade é o fator primordial. Por isso, familiares de pacientes diagnosticados com a doença devem se submeter a exames preventivos regularmente. O risco aumenta quando há casos registrados em familiares de primeiro grau.

Como são os sintomas do câncer de pele e como é possível detectá-los?

O câncer de pele é detectado visualmente, apesar da pessoa poder apresentar também sintomas menos visuais como nódulos na pele, inchaço nos gânglios linfáticos, falta de ar ou tosse, dores abdominais e de cabeça. Normalmente, são como pintas, eczemas ou outras lesões benignas, mas existem outras formas:

  • Lesões na pele de aparência elevada e brilhante, translúcida, avermelhada, castanha, rósea ou multicolorida, com crosta central e que sangra facilmente;
  • Uma pinta preta ou castanha que muda sua cor, textura, torna-se irregular nas bordas e cresce de tamanho;
  • Uma mancha ou ferida que não cicatriza, que continua a crescer apresentando coceira, crostas, erosões ou sangramento.

Quais os procedimentos mais indicados pelos médicos?

No consultório, o médico inicia um exame visual observando a aparência da lesão, incluindo as seguintes características:

  • Assimetria
  • Bordas irregulares
  • Cor
  • Diâmetro
  • Evolução.

Em seguida, ele solicita uma bateria de exames que pode incluir testes genéticos para determinar quais mutações levam ao desenvolvimento do melanoma avançado.

Câncer de pele tem cura? Como é feito o tratamento?

Geralmente, quando o câncer é diagnosticado no início há grandes chances de cura que podem chegar a 90% dependendo do caso.

Vamos conhecer os principais tratamentos?

  1. Cirurgia excisional: remoção do tumor com um bisturi, e também de uma borda adicional de pele sadia, como margem de segurança. A técnica possui altos índices de cura, e pode ser empregada no caso de tumores recorrentes;
  2. Curetagem e eletrodissecção: usadas em tumores menores, promovem a raspagem da lesão com cureta, enquanto um bisturi elétrico destrói as células cancerígenas;
  3. Criocirurgia: promove a destruição do tumor por meio do congelamento com nitrogênio líquido;
  4. Cirurgia a laser: remove as células tumorais usando o laser de dióxido de carbono ou erbium YAG laser;
  5. Cirurgia Micrográfica de Mohs: o cirurgião retira o tumor e um fragmento de pele ao redor com uma cureta. Em seguida, esse material é analisado no microscópio. Tal procedimento é repetido sucessivamente, até não restarem vestígios de células tumorais;
  6. Terapia Fotodinâmica (PDT): o médico aplica um agente fotossensibilizante, como o ácido 5-aminolevulínico (5-ALA) na pele lesada para destruir as células tumorais.

Como prevenir o câncer de pele?

Apesar de ser um câncer agressivo em alguns casos, é o tipo mais fácil de prevenir, bastando alguns cuidados no dia a dia.

Conheça as principais medidas de proteção recomendadas pelos médicos:

  • Aplique diariamente o filtro solar sempre que sair de casa mesmo em dias nublados ou com pouco sol;
  • O FPS ideal deve ser escolhido de acordo com o seu tipo de pele:
    • Exposição ao sol em pele clara: FPS 50 ou maior.
    • Exposição ao sol em pele morena/negra: FPS 30 ou maior.

É muito importante aplicar a quantidade adequada, pois se a camada for fina, o FPS fica menor do que o proposto na embalagem. Para garantir uma boa proteção aplique 2 camadas;

  • Evite se expor muito tempo ao sol das 10 às 16h, pois nesse horário há maior emissão de raios UV.

Confira algumas dicas dos especialistas:

  • Observe regularmente a própria pele, à procura de pintas ou manchas suspeitas;
  • Se você pretende fazer bronzeamento artificial, o recomendado é o Bronze Versa Spa. Ele conta com uma avançada tecnologia com aplicação de diversas fórmulas contendo autobronzeantes, elaboradas a partir de eritrulose e DHA, dois componentes orgânicos encontrados em vegetais como a cana-de-açúcar, e ingredientes hidratantes como aloe vera e vitamina E. Seu sistema Magic Tan é tão seguro que pode ser usado por qualquer pessoa, inclusive as que têm problemas de pele como lúpus, vitiligo, psoríase e câncer.

Outros tipos de bronzeamento artificial não são recomendados pelos dermatologistas.

Você tem dúvidas sobre o câncer de pele? Conheça as perguntas mais frequentes.

Câncer de pele tem cura?

Se for diagnosticado logo no início a chance de cura pode chegar a 90% dependendo do caso. Se estiver em estágio mais avançado somente um médico para determinar qual o melhor tratamento para cada caso em particular.

Por que tomar sol pode causar câncer de pele?

A radiação ultravioleta penetra a pele e pode levar a alterações e danos no DNA, tornando as células cancerígenas.

Se eu usar filtro solar estará 100% protegido do câncer de pele?

Não é possível ter certeza que você nunca vai desenvolver câncer de pele, mas a prevenção é fundamental para dificultar ou até mesmo impedir o seu desenvolvimento. O filtro solar é a principal medida preventiva e é acessível para a maioria das pessoas, mas é preciso utilizar o FPS correto de acordo com o seu tipo de pele (pele clara: FPS 50 ou maior e pele morena/negra: FPS 30 ou maior).

Use o filtro solar sempre que sair de casa mesmo em dias nublados.

Fonte: https://www.sbd.org.br/dermatologia/pele/doencas-e-problemas/cancer-da-pele/64/

Você gostaria de fazer uma avaliação como prevenção do câncer de pele?

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