O que fazer em caso de irritação da pele?

Fazer esfoliação em casa é um hábito muito comum entre as mulheres. A esfoliação de pele ajuda a remover as células mortas, manchas e melhora as marcas de acne, mas quando você exagera na dose aí pode causar problemas. Esfoliar demais a pele deixa a região vermelha e bastante sensível ao toque.

Isso já aconteceu com você? Saiba o que fazer nesta situação.

Leia este post que traz muitas informações importantes.

Entenda o que faz a esfoliação.

O ato de esfoliar a pele nada mais é que o hábito de remover as células mortas. Esse ritual deixa a pele mais ”fina”, removendo a sua camada superficial para que os tratamentos a seguir tenham um efeito mais eficaz. Além disso, a esfoliação também ajuda a melhorar a aparência dos poros, manchas e marcas de acne, ajuda a prevenir o aparecimento de linhas de expressão e rugas, estimula a produção de colágeno e melhora a circulação sanguínea. Nesse caso, a pele foi muito agredida e o que se deve fazer é restaurar a sua integridade. Podem ser recomendados pelo dermatologista anti-inflamatórios tópicos ou orais prescritos, além de cremes prebióticos e cicatrizantes, água termal, estimulantes da restauração da flora bacteriana e outros produtos que ajudam a acalmar a pele.

Benefícios da esfoliação para a pele.

  • A esfoliação é uma excelente aliada dos tratamentos estéticos. Pois ela ajuda na absorção dos óleos corporais e outros produtos para tratamentos estéticos, potencializando assim os resultados. Isso ocorre porque a prática remove células mortas, diminui a espessura do tecido e aumenta o fluxo sanguíneo. O que facilita a absorção dos ativos devido à vasodilatação.
  • Além de desobstruir os poros, a esfoliação evita os pelos encravados e acnes, estimula a circulação sanguínea e melhora a renovação celular.
  • Geralmente a esfoliação é feita com uma substância granulada. O atrito com a pele pode deixá-la mais lisa e uniforme.
  • Pode auxiliar no clareamento de algumas manchas.
  • Atenua as rugas e linhas de expressão, estimula a produção de células novas com mais colágeno e evita ainda a produção excessiva de oleosidade da pele. 
  • E mais: quando feita no verão, a esfoliação corporal também ajuda a garantir um bronzeamento natural mais uniforme e duradouro.

Qual a diferença entre a esfoliação física e a esfoliação química?

Esfoliação física

A esfoliação física é feita de forma mecânica, removendo as células mortas a partir do atrito entre as partículas presentes no esfoliante e a pele. Ela tem a função de desobstruir os poros do rosto e também deixar a pele mais iluminada e equilibrada. Ela deve ser realizada de forma gentil e com micropartículas que não sensibilizam a pele durante o atrito.

As esferas de jojoba e sementes de apricot, por exemplo, não contêm pontas, e por isso, não são abrasivas à pele. Procure sempre esfoliantes que contém partículas cem por cento naturais para não poluir os oceanos quando enxaguadas em água corrente. Lembre-se que movimentos circulares leves já entregam toda a eficácia da esfoliação, não é necessário colocar força no atrito durante a aplicação.

Esfoliação química

Já na esfoliação química, os próprios ativos possuem ação esfoliante. Aqui, o atrito mecânico não é necessário para se obter os resultados da esfoliação. Cada ácido esfoliante tem sua função:

  • Ácido glicólico: Derivado da cana-de-açúcar, estimula a produção de colágeno, uniformiza a textura da pele e ameniza a aparência dos poros;
  • Ácido lático: Derivado da cana-de-açúcar ou obtido pela fermentação da lactose, ele atua na prevenção de envelhecimento precoce e tem funções hidratante, umectante, além de ser um renovador celular.
  • Ácido málico: É extraído da maçã, possui ações antioxidante, hidratante e esfoliante, sendo um ótimo aliado no combate e tratamento de acne.
  • Ácido tartárico: Extraído da uva, é um poderoso antioxidante, regenerador e queratolítico.
  • Ácido cítrico: Obtido da extração de frutas cítricas, é despigmentante, renovador celular e antioxidante.
  • Ácido mandélico: É derivado da hidrólise do extrato de amêndoas amargas, atua como despigmentante e preenchedor e têm funções antiinflamatória, antisséptica, hidratante e queratolítica.

Tenho pele sensível. Posso fazer esfoliação mesmo assim?

Pacientes com rosácea, pele sensível ou que foram submetidos a procedimentos talvez nem precisem ou não consigam realizar a esfoliação e nesse caso, precisam tratar a sensibilidade antes para que possam esfoliar. É importante observar se a pele já não está agredida para não agravar a situação.

Com que frequência posso esfoliar a pele do rosto e do corpo?

A frequência varia com o tipo de pele. A pele oleosa precisa ser esfoliada duas vezes por semana. Já a pele normal e a seca devem ser esfoliadas no máximo uma vez por semana. Tome cuidado com o uso em excesso do esfoliante, porque ele pode causar coceira, irritabilidade, vermelhidão e sensação de repuxamento da área onde foi aplicado, além de gerar efeito rebote, que provoca mais oleosidade na pele.

O que um bom esfoliante facial precisa conter?

O esfoliante deve conter partículas pequenas ou médias feitas de ativos naturais, como a casca do arroz ou a semente de apricot. O produto deve atuar como creme ou sabonete e ter em sua fórmula ingredientes calmantes, anti-inflamatórios, hidratantes e antissépticos, propondo assim uma higienização do tecido cutâneo sem agredi-lo.

Dica: é importante lembrar que os esfoliantes faciais devem ser mais suaves e com menor granulação para não irritar a pele sensível do rosto.

E o esfoliante corporal?

O esfoliante corporal deve ser compostos de partículas maiores, sendo incorporadas em sabonetes cremosos para uso no banho ou misturadas com óleos naturais de fácil aplicação e espalhabilidade. Em relação aos utilizados no rosto, o esfoliante corporal ocasiona uma esfoliação homogênea, resultando em uma pele mais fina de textura regular e luminosa.

O que evitar na hora de escolher o esfoliante?

Preste atenção no rótulo dos produtos para evitar ingredientes como o polietileno. Para substitui-los, prefira ingredientes como as esferas vulcânicas ou ativos naturais como a casca do arroz, que não machucam a pele e são ecologicamente adequados.

Quais cuidados devem ser tomados após a esfoliação?

Após o procedimento, a hidratação facial é de extrema importância, pois a camada protetora da pele é parcialmente removida. Então, ocorre uma perda da integridade da barreira cutânea, causando sensibilidade, irritação e efeito rebote. Por isso, é necessário hidratar a pele regularmente com substâncias que podem reter a molécula de água e proporcionar simultaneamente proteção e hidratação. O meio escolhido deve ser compatível ao tipo de pele, desde um leve sérum até um creme nutritivo. Além disso, pessoas que usam cremes com ácido devem ter cuidado ao fazer a esfoliação, pois os produtos jamais devem ser aplicados no mesmo dia para evitar uma irritação na pele.

Depois de tratada posso esfoliar a pele de novo?

Depois que a sua pele ficou completamente recuperada da sensibilidade você pode fazer a esfoliação uma a duas vezes na semana ou a critério do seu dermatologista.

Fontes: Derma Club, Segs e Glow Vibes.

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Depois de ter lido este post, esperamos que você tenha tirados todas as suas dúvidas!

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