As cicatrizes surgem quando a pele está se recuperando de lesões causadas por acidentes, doenças ou processos cirúrgicos. Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica, as cicatrizes fazem parte de um processo de cura. Em outras palavras, elas são a resposta do organismo para alguns traumas ou lesões na pele.

A principal complicação de uma cicatriz é a formação de queloide, um crescimento anormal de tecido cicatricial que se forma no local lesionado. As cicatrizes podem ser avermelhadas ou da cor da pele, finas ou largas, grossas ou deprimidas. O tratamento adequado dependerá das características de cada região afetada.

Algumas pessoas convivem com cicatrizes sem sofrer os efeitos psicológicos causados pela questão da imagem, elas assumem as marcas como parte de uma história. Porém, para outras pessoas, a cicatriz provoca mal-estar e algumas preferem buscar estratégias que possam amenizar a aparência.

Para amenizar o visual incômodo causado pela presença da cicatriz, existem diversas técnicas dermatológicas: lasers fracionados, laser para a parte vascular (dye laser), microagulhamento, infiltração de corticoide (kenalog) e até aplicação de toxina botulínica. Estas são algumas técnicas capazes de melhorar a aparência das marcas e torná-las menos perceptíveis. Em alguns casos, combinamos procedimentos para obter resultados mais satisfatórios.

É importante saber que os resultados não são imediatos, mas resultam da persistência no tratamento sempre sob a orientação de um Dermatologista. Esses profissionais consideram o tom, textura da pele, a predisposição do paciente à formação de queloides, região do corpo, a gravidade da lesão, se a lesão é atrófica (com depressão), hipertrófica (mais alta que a pele, mas limitada ao local do trauma) ou queloide (mais alta e além do local do trauma), entre outras questões.

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